| Mandada construir por D. Manuel I , foi concebida como uma fortaleza que protegia a entrada da barra do Tejo, pois encontrava-se situada a meio do rio. Fazendo lembrar o aspecto de um barco quando vista ao longe, a Torre de belém é uma obra manuelina de rara beleza, que hoje em dia se encontra junto a uma das margens do rio, podendo ter-se-lhe acesso por uma ponte levadiça. Símbolo dos descobrimentos, é um dos monumentos mais conhecidos de Lisboa, servindo para ilustrar muito do que se escreve sobre a cidade. |
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| | | | Album: Cristo Rei Erguido sobre um pedestal de 28 metros de altura, o Cristo Rei abre os seus braços sobre a cidade. È obra de Francisco Franco, de meados do nosso século e foi inspirada pelo Cristo Rei existente no Rio de Janeiro. Pode subir-se (elevador e escadas) até o alto dos seus 82 metros e apreciar a beleza do rio e das vistas sobre a cidade de Lisboa.
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| Album: Elevador Santa Justa Uma obra-prima em ferro, do célebre Eiffel.
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| Album: Padrão dos descobrimentos Tem a forma de uma caravela e,na sua proa, destaca-se a figura do infante D. Henrique, com uma pequena caravela nas mãos. De cada lado do monumento estão as estátuas de algumas das mais relevantes figuras de nossa história. À frente do padrão, no chão, está desenhada uma enorme rosa dos ventos e um planisfério, que permite ver as rotas dos portugueses.
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| Album: Museu de Marinha Possue uma sala dedicada aos descobrimentos,com a evolução da construção naval da época. Vários instrumentos de navegação. Diversos modelos de navios e cabine do iate Amélia. Exposição de hidroaviões famosos.
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| Album: Igreja de S. Vicente de Fora Foi construida entre 1582 e 1627 pelo mestre italiano Fillipo Terzi e pertence ao estilo Renascentista. A fachada é simples, simétrica, com terres dos dois lados, e tem sobre a entrada as estátuas de Santo Agostinho, São Sebastião e São Vicente. no interior, por cima do altar, é de realçar uma obra de Machado de Castro, ladeado por duas estátuas de madeira em tamanho natural, assim como um belíssimo orgão, que está ao fumdo do altar. Seguindo pela nave temos acesso ao antigo mosteiro agostinho,com uma cisterna do sé. XVI e um magnífico clautro com azulejos do séc. XVIII, representando cenas da história de Portugal, como a conquista das cidades de Lisboa e Santarém. São igualmente famosos os painéis de azulejos que ilustram as fábulas da la Fontaine. O antigo refeitório foi transformado em Panteão da família Bragança.
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| Album: Igreja de Santa Engrácia A igreja primitiva que ali existia ruiu em 1681, tendo a sua reconstrução sido iniciada em 1682. Os planos de então tornavam-na uma das maiores e mais imponentes igrejas da cidade. Foi inaugurada como Panteão Nacional em 1966. O interior está pavimentado com mármore de cor, possuindo uma enorme cúpula central. Geralmente é possível ter acesso á parte superior da cúpula atravéz de um elevador, podendo-se apreciar as vistas da cidade.
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| Album: Basílica da Estrela A fachada exterior é neoclássica, mas o interior da igreja pertence ao estilo barroco, sendo espaçoso, decorado com mármore de várias cores. A fachada tem torres gémeas de cada lado, sendo decorada com santos e figuras relifiosas. A cúlpula é soberba, assente sobre tr~es estruturas , e foi concebida pelo arquitecto português Mateus Vicente de Oliveira. Porém , a maior preciosidade desta basílica é o presépio concebido por machado de Castro, composto por mais de 500 figuras em terracota e cortiça. No transcepto direito está o túmulo de D. Maria 1, que morreu durante a estadia da família real no Brasil.
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| Album: Mosteiro dos Jerónimos Exemplo máximo do estilo manuelino, o Mosteiro dos jerónimos foi mandado erigir por D. Manuel, em 1501, para comemorar a descoberta do caminho marítimo para a índia. A igreja é magmífica, com uma abóbada suportada por pilares octogonais com a forma de palmeiras, que lhe dá uma enorme amplitude.
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| Album: Castelo de S. Jorge O castelo foi construído pelos Mouros no séc. ΙX , conquistado por D. Afonso Henriques no séc. XΙΙ foi residência da família real, desde então até a construção do Paço Real, no então terreiro do paço e actual praça do comércio. Os visitantes podem subir ás torres e passear pelas muralhas, o que lhes permite admirar uma esplendorosa vista sobre a cidade.
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| Album: Estação do Rossio Actualmente é o ponto de chegada dos comboios que vêm de Sintra. O edifício foi concebido por José Monteiro, sendo neo-manuelino, o estilo arquitectónico mais caracteristicamente português, podendo apreciar-se os típicos arcos em ferradura.
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| Album: Praça do Comercio / Praça do Rossio
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| Album: Santiago de Compostela
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| Album: Grutas da Moeda- Fátima As Grutas da Moeda de S. Mamede,Fátima, foram descobertas em 1971 por dois caçadores que andavam na perseguição duma raposa. Entrando no algar que se lhes deparava, a curiosidade levou-os a explora-lo em toda a sua extensão, logo encontrando maravilhados, uma sala, "sala do pastor", repleta das mais fantásticas formações calcárias. Durante perto de dois meses, os dois homens continuavam a escavar as estreitas fendas que se seguiram á primeira caverna, desvendando pouco a pouco as outras salas e galerias que hoje se incluem na Gruta da Moeda. Entretanto foram contratados geólogos e outros técnicos e procedeu-se ao aproveitamento da gruta como atração turística, preservando-se inclusivé, a paisagem serrana da superfície. Os nomes da sala sugerem bem a imagem que cada uma proporciona ao visitante: Presépio,Pastor, Cascata, Virgem, Cúpula Vermelha, Marítima, Capela imperfeita, Bolo de Noiva, Abóbada vermelha e Fonte das Lágrimas. A extensão visitável da gruta é de 350 metros, atingindo-se uma profundidade de 45 metros. A temperatura interior da gruta é em média 18ºC. A entrada e saída da gruta é feita em locais diferentes, envolvidos por uma característica paisagem serrana. LENDA: Relacionada com o nome das Grutas da Moeda - Segundo a tradição, um homem abastado daquelas ao passar por um matagal, em torno de um covão, foi atacado e saqueado por um bando de malfeitores que o mataram, como era frequente em tempos remotos. O corpo foi atirado para o precipício cavernoso e na precipitação dos os assaltantes deixaram cair, com o corpo da vítima, o saco das moedas que este transportava e que eles tanto haviam cobiçado. Pelo precipício se espalharam e perderam irremediavelmente as moedas, dando ao lugar o nome pelo qual ainda hoje é conhecido.
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